domingo, 2 de junho de 2013

CUIDADO COM 171 – ALGUMAS AÇÕES DOS GOLPISTAS, PARTE 1






GOLPE DA AÇÃO JUDICIAL
Um dos golpes que está sendo aplicado é da ação judicial, onde os malandros enviam correspondências, informando que existe um dinheiro a receber e pedem pra vitima entrar em contato. Durante o telefonema o golpista pede que deposite uma quantia como adiantamento e na sequência será feito um deposito com 3 vezes mais o valor.
Depois de depositar os golpistas fazem o deposito na quantia mencionada, porém com os envelopes vazios e até mesmo com cheque furtados.



GOLPE DO FALSO BENEFÍCIO
O golpe do ‘falso pecúlio’. “Quando receber um documento em casa, é bom chamar um parente ou um amigo de confiança e mostrar esse documento pra verificar se ele tem procedência”. O golpe vem acontecendo no Brasil inteiro. Neste caso o meliante envia ao aposentado comunicação que o mesmo tem direito a um beneficio oriundo de uma previdência privada, mas que para receber o beneficio é necessário adiantar determinada importância para despesas advocatícias.


GOLPE DO CELULAR PREMIADO
Uma mensagem de texto inesperada no celular. Nela, o anúncio de que o proprietário do aparelho foi sorteado e ganhou um atraente prêmio, em geral, um carro 0 km, uma quantia em dinheiro ou uma casa. O golpe da falsa promoção há muito deixou de ser novidade, mas a frequência com que ainda é aplicado indica que continua a ser uma armadilha eficaz usada por criminosos. Na maioria dos casos, o objetivo é conseguir recarga telefônica ou induzir o “premiado” a realizar depósitos bancários em contas desconhecidas, requisito para receber o “prêmio”.



GOLPE DO EMPRÉSTIMO
O meliante telefona ou vai à casa do aposentado, dizendo que é do INSS e que ele foi premiado com um brinde, no entanto, para entregar o prêmio é preciso fazer algumas anotações de dados pessoais. Depois de fazer as anotações pede para que assine o recibo da entrega do brinde, mas na verdade a pessoa está assinando autorização para empréstimo consignado.

GOLPE DO FALSO ENFERMEIRO
Utilizando da boa-fé dos idosos os meliantes roubam os dados pessoais das vítimas. O meliante dizendo que é enfermeiro, aborda as vítimas, oferecendo serviços básicos como a aferição da glicose e pressão, solicita do idoso o preenchimento de um formulário com os dados pessoais. Com as informações, o meliante utiliza as mesmas para dar golpes na praça em nome da pessoa idosa.

GOLPE DO LOAS
O bandido se apresenta como funcionário do INSS, convence o idoso do direito ao benefício social da Lei Orgânica de Assistência Social (Loas). Em seguida, solicita valores para pagar algumas taxas e supostas despesas com cópias dos documentos.

GOLPE DO BONZINHO
O meliante percebe a dificuldade da pessoa idosa nos caixas eletrônicos  e se oferece para ajudar. Inocentemente a vítima aceita a ajuda e nem percebe a troca do seu cartão e mais o meliante ficou com a senha. Evite conversar com estranhos e  qualquer dúvida que tiver, procure um funcionário da instituição.





GOLPE DO PROCESSO
Acontece geralmente nas imediações dos órgãos de Justiça, onde a pessoa é abordada por um meliante se passando consultor jurídico, dizendo que pode agilizar o tramite do processo no fórum. A vítima é motivada a adiantar certa quantia como honorários a um falso advogado.

GOLPE DO FALSO EMPREGO
A empresa promete um salário com um valor bem acima da média paga aos vendedores (de planos de saúde e odontológicos, por exemplo). Os candidatos, então, são induzidos a participarem de uma competição, cuja meta é vender no mínimo oito planos até o final do dia (horário comercial). Quem vender o maior número de planos primeiro, fica com a vaga. Pura picaretagem, não divulga o resultado de imediato,  rouba o dinheiro de todo mundo e some sem deixar vestígios, para aplicar o golpe em outra praça.


GOLPE DO FALSO SOBRINHO
Uma pessoa liga a cobrar e quando atendido vai logo dizendo: “oi tio (ou tia) desculpa por estar ligando a cobrar, mas estou sem crédito aqui”. A pessoa que atendeu o chamado fica curiosa pra saber quem está falando e indaga: “mas quem tá falando?”, o malando emenda: “ué tio (ou tia) você não tá conhecendo minha voz? qual seu sobrinho que mora mais longe?”.
Desta forma, a vítima é induzida a falar o nome de um sobrinho. Então o malandro consegue o nome e vai dizendo: “então tio sou eu mesmo. viu… é o seguinte, eu estava viajando até aí, pra rever vocês, mas aconteceu um problema com o meu carro, estou aqui na oficina e preciso que você me quebre o galho. preciso que você deposite R$ 500,00, na conta do dono da oficina aqui, senão ele não libera meu carro”.
Daí, a vítima (tio ou tia), pode desconfiar ou estranhar a voz do falso sobrinho e poderá questionar: “mas a tua voz tá  diferente?”. O malandro, prontamente vai dizer: “então: tio (ou tia), como falei, eu estou na oficina. tive um problema com o carro. sofri um acidente. levei uns pontos na minha boca e então, estou falando diferente. mas sou eu mesmo”.
Com “lábia” e falando sem parar, o malandro apressa a conversa e diz: “então tio veja pra mim, deposita, que assim que eu chegar aí, já te pago, porque meu cartão com esse acidente, acabei perdendo  no meio da confusão e o dono da oficina não libera o carro, sem  depositar o dinheiro na conta”. A vítima, confiando no falso sobrinho acaba depositando o dinheiro, na conta corrente que o malandro indica, em nome de terceiro, como ele mesmo diz, seria do dono da oficina.

GOLPE DO FALSO MECÂNICO
O golpista num carro aborda um motorista, (a maioria das vítimas, são pessoas idosas), dizendo que tem fogo numa determinada parte do veículo. O motorista para e neste momento o golpista muito solícito, se apresenta como mecânico e vai logo abrindo o capô do veículo. É a deixa para o comparsa que está à espreita se aproximar, o falso mecânico identifica o problema e o comparsa informa onde tem uma casa de peças. Como a vítima não quer abandonar o veículo, confia a um dos golpistas a incumbência de comprar a peça. Em pouco tempo retorna com a suposta peça, o “mecânico” mexe por alguns minutos e afirma que agora está tudo certo, pois, a peça defeituosa foi trocada. O valor cobrado pelo falso serviço prestado pode chegar a mil reais, mais o prejuízo do valor da peça, que sequer foi trocada.


   

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