Na agência bancária e nos
caixas eletrônicos
Não
vá ao banco sozinho; leve sempre alguém para acompanhá-lo até a agência.
Não
aceite ajuda de estranhos. Procure a orientação de um funcionário do banco que
apresente identificação visível.
No
caixa, se for necessário digitar a senha, coloque o corpo bem junto ao teclado,
para evitar que golpistas vejam o número da combinação.
Confira
o dinheiro ainda no caixa. Evite fazê-lo na saída do banco.
Use
os caixas eletrônicos localizados na parte interna das agências bancárias ou em
locais movimentados (postos de gasolina ou shoppings, por exemplo), de
preferência durante o dia.
Cuidado
com a senha do cartão. Não guarde o número da senha junto com o cartão.
Não
aceite ajuda de estranhos nem digite a senha em celulares de desconhecidos.
No transporte coletivo
Evite
usar ônibus, trens ou metrôs com excesso ou aglomeração de passageiros, onde a
ação de batedores de carteira fica facilitada.
Não
fique sozinho em pontos de ônibus localizados em áreas desertas ou mal
iluminadas.
Procure
sentar-se próximo ao motorista e distante do cobrador, pois este último será o
alvo dos ladrões em caso de assaltos.
Nas lojas
Não
entre em lojas com muita aglomeração, pois isso ajuda a ação de batedores de
carteira; prefira fazer compras em horários de menor movimento.
Evite
abrir carteiras ou manusear dinheiro em maços.
Nas ruas
Procure caminhar em grupos ou
acompanhado de alguém.
Não
utilize sempre os mesmos trajetos e saia em horários diferentes.
Não
ostente jóias ou relógios.
Evite
andar por locais mal iluminados, mesmo que deseje cortar caminho.
Não
leve muito dinheiro na bolsa e deixe à mão o suficiente para pequenas despesas
(cigarro, café, lanche etc.).
Os principais golpes aplicados em idosos
Conto da aposentadoria
Nesse caso, a
vítima não é contribuinte da Previdência Social. O golpista identifica-se como
fiscal da Previdência e, demonstrando bom conhecimento de assuntos
previdenciários, prontifica-se a conseguir aposentadoria para a vítima, mesmo
que sem a contribuição mensal. Esta aceita a proposta e paga várias parcelas em
dinheiro pelo serviço. Quando a vítima percebe que tudo não passou de um golpe,
o estelionatário some. As denúncias referentes a esse tipo de golpe podem ser
feitas pelo Prevfone (0800-780191), de segunda a sábado, das 7 às 19 horas.
Golpe do
reajuste atrasado
O golpista
identifica-se como funcionário de algum sindicato ou associação e age na saída
de bancos ou próximo a entidades de classe. Ele aborda as vítimas dizendo que
elas têm direito a receber os reajustes atrasados do benefício previdenciário,
oferecendo-se, imediatamente, para agilizar o processo na Previdência Social.
Para tal, pede alguns documentos e, para cobrir as despesas, um depósito de 10%
do valor ao qual, segundo ele, a vítima terá direito pelos reajustes. Após
receber o dinheiro, o estelionatário desaparece.
Golpe do cartão engolido
O golpista, usando
um produto aderente, faz com que o cartão magnético do banco utilizado pela
vítima fique preso no caixa eletrônico. O estelionatário fica à distância,
observando a vítima digitar a senha do cartão. Após várias tentativas, a vítima
desiste de usar a máquina e deixa o cartão. O golpista retira o cartão e saca
todo o dinheiro disponível na conta corrente.
Golpe do
cartão eletrônico
Envolve muita
preparação dos golpistas. Em primeiro lugar, eles colocam no caixa eletrônico
um dispositivo que prende o cartão magnético do cliente. Logo depois, os
estelionatários esperam a vítima. Um deles fica em frente ao caixa eletrônico e
coloca um aviso, com o logotipo do banco e o telefone para informações. A
vítima, ao ver seu cartão retido, pede informações ao golpista. Esse afirma que
o caixa deve estar com defeito, pois foi colocado um aviso do lado de fora da
cabine. A vítima decide usar o telefone e é atendida por outro estelionatário,
o qual se faz passar por funcionário do telemarketing do banco. A vítima
fornece dados como o número da sua conta e a sua senha numérica e é orientada a
procurar uma agência bancária para formalizar o extravio do cartão. Com a senha
e o cartão em mãos, os golpistas sacam o dinheiro da conta.
Recadastramento
bancário
Esse é realizado
por telefone. O golpista liga para a vítima e diz ser representante do banco no
qual ela possui conta. Na conversa, o estelionatário induz o correntista a
fazer seu recadastramento bancário, digitando os números da sua agência, da sua
conta e da sua senha. Com equipamentos capazes de identificar os sinais sonoros
dos números digitados, os golpistas conseguem ter acesso a essas informações e
sacar o dinheiro da vítima.


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