terça-feira, 30 de julho de 2013

FUGA DE PRESOS


O Serviço de Inteligência da Secretaria de Ressocialização (Seres) de Pernambuco, que é formado por Agentes Penitenciários da Polícia Civil e Polícia Militar continuam as buscas pelos detentos foragidos do presídio Desembargador Augusto Duque, em Pesqueira, no Agreste, nesta segunda-feira (29). A Seres confirmou nove detentos foragidos, que deixaram a unidade prisional no início da tarde de domingo depois de fazer dois agentes prisionais como reféns.
De acordo com a PM, a fuga teria sido comandada por um "detento de confiança", que tem as chaves das celas e acesso a áreas como a administração. Ele e outros colegas teriam informado sobre uma suposta briga entre detentos para chegar à área administrativa, render os agentes, tomar as armas e ordenar que abrissem os portões. Os nove homens teriam fugido para Santa Cruz do Capibaribe, também no Agreste.
Um carro que estava em frente ao local foi usado na fuga e outro teria sido roubado em seguida. De acordo com a PM, 12 viaturas foram postas na estrada em busca dos fugitivos, mas parte delas teve os pneus furados por grampos de ferro na pista, possivelmente jogado pelos foragidos. Uma sindicância vai investigar o ocorrido.

Obs: imagem e texto "Agente Penitenciário da Polícia Civil" inseridos por SINDASP/PE.

O “LATA” É UMA GRANDE FARSA


O bloco do Caldeirão do Huck “Lata Velha” é uma grande farsa. A fraude foi desmascarada por João Marcelo, um (in) feliz “contemplado” (leia-se enganado) pelo programa da Rede Globo. Com o intuito de baratear custos e cumprir a promessa, o carro antigo a ser restaurado é trocado por outro, que então é reformado para se parecer com o carro do cliente. Após isso começa a segunda etapa, uma série de propostas e subornos para manter o cliente calado, até falsificação de documento e assinatura. Fico a pensar se um bloco supostamente simples como o “Lata Velha” tem tantas fraudes, apenas para conseguir lucrar em cima, quantos podres ainda estão sob as mentiras e calúnias da Globo? Um dia a casa cai… (texto original) “Estava bom demais para ser verdade. Foi o que pensou João Marcelo Vieira, 37 anos, ao participar do quadro Lata velha, no programa Caldeirão do Huck, da Rede Globo. O sonho de ver seu Opala verde, ano 79, transformado em uma supermáquina durou menos de 24 horas. No dia da gravação, o vendedor não percebeu que não existia mais nada do Opala no modelo reformado. Nem no dia seguinte, quando a produção rebocou novamente o carro para a oficina, alegando que iria acertar a documentação. Meses depois, ele recebeu o carro, e só então percebeu, com o documento na mão, que o registro era uma Caravan 79. O próprio João Marcelo demorou a entender o que estava acontecendo. O documento esclarecia as dúvidas: a Caravan marrom, que antes pertencia a Rubem de Souza, em Minas Gerais, teria sido comprada por ele próprio por R$4.200! O problema é que João, dono de um quiosque na Praia do Recreio, garante que nunca esteve na cidade de Ribeirão das Neves, em Minas, tampouco adquiriu o carro e muito menos assinou o documento de compra e venda. Estava, segundo ele, configurada a fraude. E começou uma odisseia em busca do verdadeiro carro. “Me deram o documento do carro com minha assinatura falsificada e sumiram com o Opala, que era de um tio que morreu de câncer e me pediu para não vendê-lo nunca”, lembra João Marcelo. O Opala, que tinha o apelido carinhoso de Ogro, estava caindo aos pedaços, só pegava no tranco, mas quebrava galhos. O quiosqueiro nunca tinha pensado em fazer a reforma. A participação no Lata velha foi sugestão de dois clientes, os atores Rodrigo Hilbert e Fernanda Lima. A pedido deles, João Marcelo escreveu uma carta, entregue, em mãos, a Luciano Huck, durante uma festa. Dias depois, a produção do programa procurou pelo comerciante, fez entrevistas e fotos do carro. “Na terceira entrevista, o Luciano apareceu no meu quiosque já para pegar o carro. Ele me propôs cantar uma ópera. Tive sete aulas de canto em Niterói. Tudo isso levou uns 26 dias. “O carro supostamente foi para Belo Horizonte, eu acho, porque, até agora, a Justiça não conseguiu achar a oficina, cujo endereço foi passado pelo próprio dono, Paulinho Fonseca, baterista da banda Jota Quest”, diz João Marcelo. Para ter seu carro modificado no programa, João interpretou no ar O sole mio, de Luciano Pavarotti, e emocionou o público. “No dia seguinte, após a gravação, dei uma volta com o carro, escoltado pela Globo. Logo depois, a emissora mandou rebocá-lo sob alegação de que atualizaria a documentação. No quarto dia, recebi um telefonema da Rita, da produção do Caldeirão, dizendo que uma pessoa do Sul tinha oferecido R$ 120 mil para comprar meu carro. Não aceitei porque minha intenção era ficar com o Opala modificado”, explica. Dois meses se passaram e nada do carro voltar. Ele conversou com Fernanda Lima, que conseguiu marcar uma reunião na Globo. Lá, João Marcelo diz que recebeu uma proposta financeira e que todos assumiram o erro do programa. Segundo o comerciante, a emissora não gostaria que o caso fosse para a Justiça. O encontro teria acontecido na sala do diretor da emissora Aloísio Legey. “Havia três advogados, o Paulinho, o Aloísio e a Ana Bezerra, diretora de produção. O Aloísio perguntou o que eu queria e disse que se eu levasse o caso para a Justiça demoraria três anos. Falei que não queria nada, só o meu carro de volta”, conta João Marcelo, que não esperava uma reação tão enérgica do diretor: “O Aloísio bateu na mesa e disse que isso poderia acabar com o programa do Luciano quando eu falei que minha carruagem tinha virado abóbora e, por isso, a situação era grave”, afirma. O comerciante contou que ficou acertado no encontro que o programa devolveria o Opala transformado. Passados outros dois meses, o carro foi entregue. Mais uma vez, era a tal Caravan: “Quando me deram a documentação, vi que era da Caravan marrom. O carro foi comprado por R$ 4.200 e ainda falsificaram minha assinatura para legalizar a transferência. O número do chassi na documentação não era do Opala. As placas de identificação nas portas do veículo também eram de outro carro. O carro é um Frankenstein, foi remontado em cima de outra carcaça”, garante. Desde janeiro, corre na Justiça um processo contra a Rede Globo e a Oficina Nittro Hot Rods no cartório da 1ª Vara Cível, em Jacarepaguá, com um pedido de indenização por danos morais e materiais. A pergunta que fica é a seguinte: Onde foi parar o Opala?!?…” E para quem ainda não acredita, aqui vai o link do processo em andamento: www.tj.rj.gov.br Processo No 2007.203.000972-9 TJ/RJ – 20/02/2008 13:00:16 – Primeira instância.

domingo, 28 de julho de 2013

NOVAS NOTAS DE R$ 2 E DE R$ 5 COMEÇAM A CIRCULAR


Brasília – Começam a circular segunda-feira (29) as novas cédulas de R$ 2 e R$ 5 da segunda família do real. De acordo com comunicado divulgado pelo Banco Central, as notas trazem elementos adicionais de segurança, como a marca d'água e o número escondido, já presentes nas notas de R$ 50 e R$ 100 e de R$ 10 e R$ 20, lançadas respectivamente em 2010 e 2012.
As novas cédulas encerram o ciclo de substituições iniciado pela autoridade monetária em 2010. Naquele ano, foram divulgadas imagens dos seis novos modelos. As cédulas da segunda família do real trazem o valor da nota no canto superior direito.
A substituição das cédulas antigas pelas novas no dia a dia dos brasileiros será gradual, conforme as primeiras forem tiradas de circulação em função do desgaste natural.

TEM O DIA DA CAÇA E DIA DO CAÇADOR

Um bandido que estava aterrorizando a cidade de Jequié, especialista em saidinha bancária e sequestro relâmpago, caiu no aço, na última quarta – feira dia 24/07 (só agora foi identificado), por volta das 21h00, próximo à agência da Caixa Econômica Federal. De acordo informação de populares, o indivíduo estava numa moto com um comparsa, quando tentou roubar o carro de um cidadão (um corsa de cor preta), que estava parado próximo à agência bancária supracitada. O ladrão se aproximou do veículo e com uma arma em punho, começou a bater no vidro do veículo, pra azar do meliante, a vítima era um policial (que não foi identificado) que estava à paisana e não contou duas vezes, largou o aço no meio dos peitos. O bandido morreu no local e foi identificado como Adson Rodrigues dos Santos, morador da cidade de Gandu.         

LADRÃO LEVA UM A ZERO DO PRETO VELHO

Um ladrão de 24 anos passou mal, após invadir uma loja de umbanda, no município de Luziânia em Goiás. De acordo informação da polícia civil, o suspeito após quebrar uma porta de vidro da loja, começou a transitar entre os corredores, até se deparar com uma figura sinistra de cerca de 1,60 m que se movia em sua direção. O ladrão entrou em pânico, suplicando, para que não fosse levado pro inferno, pois, pensou que se tratava do capeta em pessoa, ficou com tanto medo que desmaiou. O vigilante ouviu o barulho e ao verificar o que estava ocorrendo, encontrou o suspeito desmaiado, informou a polícia militar, que prendeu o ladrão trapalhão em fragrante. O dono do estabelecimento esclareceu o mistério, como já havia sido furtado algumas vezes, criou um sistema de alarme. Após encerrar as atividades do dia, enroscava um cordão em alguns objetos (como panelas, baldes de alumínio e tachos), caso alguém entrasse na loja, tropeçaria num dos cordões e o vigilante seria alertado pelo o barulho, foi num desses cordões que o ladrão tropeçou e fez uma imagem de um preto velho balançar, dando a impressão que estava se movendo. Após receber atendimento do SAMU, o ladrão que já tem várias passagens por roubos e furtos, foi conduzido para a Central de Flagrantes de Luziânia, onde foi autuado por tentativa de furto. Depois, seguiu para o Centro de Prisão Provisória (CPP) e está à disposição da Justiça.

quinta-feira, 4 de julho de 2013

VIDA MILICIANA




 “A gente cansa de atender locais de morte, é triste, deprimente”.
Já me deparei com mães que, contrariando ao isolamento do local de crime, se abraçavam com seus filhos mortos ensanguentados.
Já cansei de sentir cheiro de sangue e pólvora.
Cansei de perder noites de sono lutando com meus fantasmas.
Também não trabalho na mesma cidade que moro, pra proteger meus entes queridos. E já deram tiros na minha casa na madrugada.
Já tive que procurar um psiquiatra que me diagnosticou com Síndrome de estresse pós-traumático, que é uma doença de guerra, e me tratei disso.
Ainda me faltam pouco mais de 8 anos de serviço e estou cansado disso, estou cansado dessa guerra que já está perdida por culpa dos políticos que não sabem fazer leis que protejam nosso povo e só acobertam mais ainda os criminosos, tão cheios de direitos.
Tem horas que desanima, e desanima muito, pois as pessoas além de não reconhecerem o quê nós fazemos, ainda criticam quando fazemos até o certo, e muito mais quando erramos.
Essas pessoas não sabem que quando estamos em ação, temos pouco mais do que uma fração de segundo para pensar no quê fazer e como fazer, sem ferir pessoas inocentes. Enquanto um juiz leva anos para julgar a mesma ação.
Essas mesmas pessoas não sabem os sacrifícios que fazemos para protegê-las. Quantos natais passamos longe das nossas famílias. Quantos aniversários dos nossos filhos que não podemos estar com eles.

Eu mesmo não lembro quando foi o último aniversário da minha filha em que estive com ela. Essa é pra todos que vão fazer o concurso pelo salário e instabilidade sem ter vocação. Se com vocação para ser policial eu estou assim, imagina quem não tem?