Márcia Andreia do Prado Constantino
foi pega dentro de uma Igreja Assembleia de Deus, de Maringá, Estado do Paraná,
por um membro que já havia sido pastor, que foi afastado por suspeita de abuso.
Na época nada foi confirmado. O bandido era conhecido da família e tinha um bom
relacionamento com os pais da menina.
O assassino só foi identificado,
após exame de DNA que apontou Natanael Búfalo, como dono do material genético,
recolhido da vagina da menina. Na delegacia, o acusado confessou o crime e
falou que o crime não foi planejado, fez, porque na hora deu vontade.
O chamariz para atrair a garota,
foi um convite para comer um pedaço de bolo. Colocou a garota no carro e levou
para casa dele, onde após estuprar, matou a criança por asfixia mecânica,
fazendo uso de uma sacola plástica.
Com extrema frieza, levou o corpo
da criança para um matagal e, sobre o capô do carro, abusou mais uma vez da
criança já morta. Em seguida despejou uma garrafa de álcool no corpo da criança
e ateou fogo.
O bandido ainda consolou os pais
da menina durante o velório. A farsa não durou muito, com um histórico de
suspeitas de abusos, que acarretaram na perda do cargo de pastor, Natanael
Búfalo, foi o primeiro suspeito a ser investigado. Para reforçar as suspeitas
sobre ele, um membro da igreja, relatou que o viu conversando com uma garotinha
com as mesmas características, na porta da igreja.
Algo tão revoltante quanto o
crime bárbaro é o fato de o criminoso ter três filhos, um menino e duas meninas
com idades entre sete e doze anos e, ao ser perguntado por um repórter, se
fosse com uma das filhas dele, o que ele faria, simplesmente respondeu: “eu
matava o miserável”.
