quarta-feira, 4 de setembro de 2013

EX - PASTOR EVANGÉLICO ESTUPRA E TOCA FOGO EM MENINA DE 10 ANOS

Márcia Andreia do Prado Constantino foi pega dentro de uma Igreja Assembleia de Deus, de Maringá, Estado do Paraná, por um membro que já havia sido pastor, que foi afastado por suspeita de abuso. Na época nada foi confirmado. O bandido era conhecido da família e tinha um bom relacionamento com os pais da menina.
O assassino só foi identificado, após exame de DNA que apontou Natanael Búfalo, como dono do material genético, recolhido da vagina da menina. Na delegacia, o acusado confessou o crime e falou que o crime não foi planejado, fez, porque na hora deu vontade.
O chamariz para atrair a garota, foi um convite para comer um pedaço de bolo. Colocou a garota no carro e levou para casa dele, onde após estuprar, matou a criança por asfixia mecânica, fazendo uso de uma sacola plástica.  
Com extrema frieza, levou o corpo da criança para um matagal e, sobre o capô do carro, abusou mais uma vez da criança já morta. Em seguida despejou uma garrafa de álcool no corpo da criança e ateou fogo.
O bandido ainda consolou os pais da menina durante o velório. A farsa não durou muito, com um histórico de suspeitas de abusos,  que acarretaram na perda do cargo de pastor, Natanael Búfalo, foi o primeiro suspeito a ser investigado. Para reforçar as suspeitas sobre ele, um membro da igreja, relatou que o viu conversando com uma garotinha com as mesmas características, na porta da igreja.
Algo tão revoltante quanto o crime bárbaro é o fato de o criminoso ter três filhos, um menino e duas meninas com idades entre sete e doze anos e, ao ser perguntado por um repórter, se fosse com uma das filhas dele, o que ele faria, simplesmente respondeu: “eu matava o miserável”.


segunda-feira, 5 de agosto de 2013

PRESA QUADRILHA QUE ATERRORIZAVA ZONA RUARAL

Uma operação desencadeada pelas polícias civil e militar desarticulou e prendeu nove pessoas na madrugada desta quinta-feira (1º), por formação de quadrilha, com ramificação na Vila São José (Chora Zói), Município de Santa Luzia, que agia nas regiões de Mascote e Camacã. Oito homens e uma mulher foram surpreendidos e presos quando dormiam. Na operação, mais de vinte homens da equipe de inteligência da PM e Polícia civil de Itabuna e Camacã, estiveram participando da caçada aos bandidos. Os mandados de prisão busca e apreensão, foram cumpridos simultaneamente e contou com a atuação de mais de 20 militares e civis, nesta grande operação.
Segundo informações das autoridades policiais, os criminosos eram altamente perigosos e tinham como principal atividade, forte esquema de tráfico de drogas, assalto a mão armada e roubos a propriedades rurais nas regiões de Santa Luzia e cidades circunvizinhas. O bando fazia uso de armamento de grosso calibre, impondo seu poder de fogo nas ações ilícitas. O grupo estava com o líder “Carote” em uma casa quando foram surpreendidos pela equipe policial.

Após serem detidos todos os acusados foram conduzidos e apresentados ao delegado Noel Egídio de Camacã, na sequência foram transferidos para a cidade de Itabuna. A princípio as autoridades teriam informado as prisões de oito pessoas, depois divulgaram nove. Com o grupo foram encontradas seis armas e muita droga. 


De acordo com o agente da Polícia Civil, Lúcio Serra, a quadrilha atuava em Santa Luzia, Camacan, Chora Zói e outras localidades da zona rural de municípios vizinhos. Ainda segundo as autoridades, no grupo há integrantes do bando que são de Porto Seguro. Os integrantes da quadrilha foram apresentados à Imprensa às 16h00min horas desta quinta-feira.

São eles: Fabio Tercilio dos Santos, e o irmão dele Pedro Tercilio dos Santos; Renato Santana Silva; Jailson Pereira Nascimento, e o irmão dele Anderson Rodrigues do Nascimento; Zé Nadinho; Genilson de Jesus Campos e a esposa Fabíola de Jesus Bispo; e Julimar Pinheiro dos Santos.

LÍDER DO TRÁFICO TROCA TIROS COM A POLÍCIA E VAI PRO SACO PRETO

Por volta das 5h30min deste domingo (4), após descobrir que um dos líderes do tráfico da região sudoeste se escondia no bairro Jequiezinho em Jequié, a Polícia Militar reuniu homens do Setor de Missões Especiais - SME, da Companhia de Emprego Tático Operacional - 6º CIA e Comando Abutres para fazer cumprir dois mandados de prisão em aberto contra Márcio Barros Santos, conhecido como Márcio Bomba. A Justiça havia determinado a prisão dele por tráfico de drogas, homicídio e receptação.
Ao chegar ao endereço de Bomba, a PM fechou o cerco e aguardou o amanhecer para dar a voz de prisão, anunciada pelo Comandante da CETO, momento em que um disparo de fogo foi efetuado contra os policiais. A PM revidou, mas Márcio furou o cerco e fugiu pulando vários quintais próximos a sua residência.
Quando se viu novamente encurralado, Márcio atirou mais quatro vezes contra a guarnição e foi atingido na altura do tórax. Ainda com vida, Bomba foi levado pela policia ao Hospital Geral Prado Valadares, onde não resistiu e foi a óbito, sendo encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Jequié.



Na mochila que carregava no momento da fuga foram encontrados dois documentos de identidade falsificados, com sua fotografia, em nome de Leandro da Silva Oliveira e Eliomar Oliveira Silva, além de farta munição de diversos calibres e um caderno com anotação de dividas do tráfico. Uma carta descrevendo a morte de um homem também foi achada pelos policiais. Márcio portava um revólver calibre 38 com 5 cartuchos deflagrados e um intacto.
Na residência foi encontrada uma grande quantidade de crack, droga que sua companheira, Naiane de Jesus Silva, afirmou ser dona. Também uma motocicleta Honda CB 300cc e dinheiro, entregues na Delegacia Territorial.
Oriundo de Itapetinga, Márcio Bomba é líder do tráfico na região sudoeste da Bahia e tentava se estabelecer na cidade de Jequié.



Fonte: Bocão News

terça-feira, 30 de julho de 2013

FUGA DE PRESOS


O Serviço de Inteligência da Secretaria de Ressocialização (Seres) de Pernambuco, que é formado por Agentes Penitenciários da Polícia Civil e Polícia Militar continuam as buscas pelos detentos foragidos do presídio Desembargador Augusto Duque, em Pesqueira, no Agreste, nesta segunda-feira (29). A Seres confirmou nove detentos foragidos, que deixaram a unidade prisional no início da tarde de domingo depois de fazer dois agentes prisionais como reféns.
De acordo com a PM, a fuga teria sido comandada por um "detento de confiança", que tem as chaves das celas e acesso a áreas como a administração. Ele e outros colegas teriam informado sobre uma suposta briga entre detentos para chegar à área administrativa, render os agentes, tomar as armas e ordenar que abrissem os portões. Os nove homens teriam fugido para Santa Cruz do Capibaribe, também no Agreste.
Um carro que estava em frente ao local foi usado na fuga e outro teria sido roubado em seguida. De acordo com a PM, 12 viaturas foram postas na estrada em busca dos fugitivos, mas parte delas teve os pneus furados por grampos de ferro na pista, possivelmente jogado pelos foragidos. Uma sindicância vai investigar o ocorrido.

Obs: imagem e texto "Agente Penitenciário da Polícia Civil" inseridos por SINDASP/PE.

O “LATA” É UMA GRANDE FARSA


O bloco do Caldeirão do Huck “Lata Velha” é uma grande farsa. A fraude foi desmascarada por João Marcelo, um (in) feliz “contemplado” (leia-se enganado) pelo programa da Rede Globo. Com o intuito de baratear custos e cumprir a promessa, o carro antigo a ser restaurado é trocado por outro, que então é reformado para se parecer com o carro do cliente. Após isso começa a segunda etapa, uma série de propostas e subornos para manter o cliente calado, até falsificação de documento e assinatura. Fico a pensar se um bloco supostamente simples como o “Lata Velha” tem tantas fraudes, apenas para conseguir lucrar em cima, quantos podres ainda estão sob as mentiras e calúnias da Globo? Um dia a casa cai… (texto original) “Estava bom demais para ser verdade. Foi o que pensou João Marcelo Vieira, 37 anos, ao participar do quadro Lata velha, no programa Caldeirão do Huck, da Rede Globo. O sonho de ver seu Opala verde, ano 79, transformado em uma supermáquina durou menos de 24 horas. No dia da gravação, o vendedor não percebeu que não existia mais nada do Opala no modelo reformado. Nem no dia seguinte, quando a produção rebocou novamente o carro para a oficina, alegando que iria acertar a documentação. Meses depois, ele recebeu o carro, e só então percebeu, com o documento na mão, que o registro era uma Caravan 79. O próprio João Marcelo demorou a entender o que estava acontecendo. O documento esclarecia as dúvidas: a Caravan marrom, que antes pertencia a Rubem de Souza, em Minas Gerais, teria sido comprada por ele próprio por R$4.200! O problema é que João, dono de um quiosque na Praia do Recreio, garante que nunca esteve na cidade de Ribeirão das Neves, em Minas, tampouco adquiriu o carro e muito menos assinou o documento de compra e venda. Estava, segundo ele, configurada a fraude. E começou uma odisseia em busca do verdadeiro carro. “Me deram o documento do carro com minha assinatura falsificada e sumiram com o Opala, que era de um tio que morreu de câncer e me pediu para não vendê-lo nunca”, lembra João Marcelo. O Opala, que tinha o apelido carinhoso de Ogro, estava caindo aos pedaços, só pegava no tranco, mas quebrava galhos. O quiosqueiro nunca tinha pensado em fazer a reforma. A participação no Lata velha foi sugestão de dois clientes, os atores Rodrigo Hilbert e Fernanda Lima. A pedido deles, João Marcelo escreveu uma carta, entregue, em mãos, a Luciano Huck, durante uma festa. Dias depois, a produção do programa procurou pelo comerciante, fez entrevistas e fotos do carro. “Na terceira entrevista, o Luciano apareceu no meu quiosque já para pegar o carro. Ele me propôs cantar uma ópera. Tive sete aulas de canto em Niterói. Tudo isso levou uns 26 dias. “O carro supostamente foi para Belo Horizonte, eu acho, porque, até agora, a Justiça não conseguiu achar a oficina, cujo endereço foi passado pelo próprio dono, Paulinho Fonseca, baterista da banda Jota Quest”, diz João Marcelo. Para ter seu carro modificado no programa, João interpretou no ar O sole mio, de Luciano Pavarotti, e emocionou o público. “No dia seguinte, após a gravação, dei uma volta com o carro, escoltado pela Globo. Logo depois, a emissora mandou rebocá-lo sob alegação de que atualizaria a documentação. No quarto dia, recebi um telefonema da Rita, da produção do Caldeirão, dizendo que uma pessoa do Sul tinha oferecido R$ 120 mil para comprar meu carro. Não aceitei porque minha intenção era ficar com o Opala modificado”, explica. Dois meses se passaram e nada do carro voltar. Ele conversou com Fernanda Lima, que conseguiu marcar uma reunião na Globo. Lá, João Marcelo diz que recebeu uma proposta financeira e que todos assumiram o erro do programa. Segundo o comerciante, a emissora não gostaria que o caso fosse para a Justiça. O encontro teria acontecido na sala do diretor da emissora Aloísio Legey. “Havia três advogados, o Paulinho, o Aloísio e a Ana Bezerra, diretora de produção. O Aloísio perguntou o que eu queria e disse que se eu levasse o caso para a Justiça demoraria três anos. Falei que não queria nada, só o meu carro de volta”, conta João Marcelo, que não esperava uma reação tão enérgica do diretor: “O Aloísio bateu na mesa e disse que isso poderia acabar com o programa do Luciano quando eu falei que minha carruagem tinha virado abóbora e, por isso, a situação era grave”, afirma. O comerciante contou que ficou acertado no encontro que o programa devolveria o Opala transformado. Passados outros dois meses, o carro foi entregue. Mais uma vez, era a tal Caravan: “Quando me deram a documentação, vi que era da Caravan marrom. O carro foi comprado por R$ 4.200 e ainda falsificaram minha assinatura para legalizar a transferência. O número do chassi na documentação não era do Opala. As placas de identificação nas portas do veículo também eram de outro carro. O carro é um Frankenstein, foi remontado em cima de outra carcaça”, garante. Desde janeiro, corre na Justiça um processo contra a Rede Globo e a Oficina Nittro Hot Rods no cartório da 1ª Vara Cível, em Jacarepaguá, com um pedido de indenização por danos morais e materiais. A pergunta que fica é a seguinte: Onde foi parar o Opala?!?…” E para quem ainda não acredita, aqui vai o link do processo em andamento: www.tj.rj.gov.br Processo No 2007.203.000972-9 TJ/RJ – 20/02/2008 13:00:16 – Primeira instância.

domingo, 28 de julho de 2013

NOVAS NOTAS DE R$ 2 E DE R$ 5 COMEÇAM A CIRCULAR


Brasília – Começam a circular segunda-feira (29) as novas cédulas de R$ 2 e R$ 5 da segunda família do real. De acordo com comunicado divulgado pelo Banco Central, as notas trazem elementos adicionais de segurança, como a marca d'água e o número escondido, já presentes nas notas de R$ 50 e R$ 100 e de R$ 10 e R$ 20, lançadas respectivamente em 2010 e 2012.
As novas cédulas encerram o ciclo de substituições iniciado pela autoridade monetária em 2010. Naquele ano, foram divulgadas imagens dos seis novos modelos. As cédulas da segunda família do real trazem o valor da nota no canto superior direito.
A substituição das cédulas antigas pelas novas no dia a dia dos brasileiros será gradual, conforme as primeiras forem tiradas de circulação em função do desgaste natural.

TEM O DIA DA CAÇA E DIA DO CAÇADOR

Um bandido que estava aterrorizando a cidade de Jequié, especialista em saidinha bancária e sequestro relâmpago, caiu no aço, na última quarta – feira dia 24/07 (só agora foi identificado), por volta das 21h00, próximo à agência da Caixa Econômica Federal. De acordo informação de populares, o indivíduo estava numa moto com um comparsa, quando tentou roubar o carro de um cidadão (um corsa de cor preta), que estava parado próximo à agência bancária supracitada. O ladrão se aproximou do veículo e com uma arma em punho, começou a bater no vidro do veículo, pra azar do meliante, a vítima era um policial (que não foi identificado) que estava à paisana e não contou duas vezes, largou o aço no meio dos peitos. O bandido morreu no local e foi identificado como Adson Rodrigues dos Santos, morador da cidade de Gandu.